A consciência constitui apenas a ponta do iceberg do universo psíquico do ser humano.
Minha maior diversão tem sido ultimamente tentar acessar a outra parte.
Aquela que fica lá nas profundezas.
Sem receios.
Isso acaba sendo divertido; aliás, é muito divertido.
Às vezes vou impulsionado por uma garrafa de vinho tinto.
Às vezes - e simplesmente - ouvindo Pink Floyd.
Às vezes, nada disso.
O mais importante é a descoberta que vai acontecendo; não apenas por acontecer devagar (e o vagar tem lá suas indispensáveis virtudes, mormente no seio desta modernidade líquida), mas porque vai simplesmente acontecendo.
E tem por objeto a própria essência do descobridor.
Acessar e conhecer o inconsciente. Eis o que me diverte.
Agora.
